Comissão Coordenadora:

Filipe Araújo
Goretti Moreira
Ricardo Santos
Nelson Vara
Ricardo Montes
Tiago Carneiro

Área reservada da CC


Friday, January 16, 2009

Greve de 19 de Janeiro

O MD apela a todos os colegas que adiram à greve da próxima segunda-feira. Só com a união de todos poderemos lutar contra o ME por uma avaliação coerente e justa, por um Estatuto digno, sem divisão artificial da carreira e sem quotas, e pela revogação da Prova de Ingresso.

Apenas com uma adesão significativa conseguiremos continuar a exigir todas as mudanças na política deste ME e deste governo.

Diz não a este ME.

Diz não a esta avaliação.

Diz não a este simplex indigno.

Diz não a este ECD.

DIZ NÃO À PROVA DE INGRESSO!

Monday, December 15, 2008

Para Rui Baptista:

Peço o favor de veicular esta informacão ao colega que a solicitou, com as minhas desculpas pelo atraso.
Cumprimentos
Teresa Duarte Soares


(Relembra-se que os valores constantes da tabela estão em Francos Suiços, pelo que será necessário efectuar a conversão)

Salarios Profs Zurique

Sunday, December 7, 2008

Prova de Ingresso debatida na AR

A carta contra a prova de avaliação de conhecimentos e competências, vulgarmente designada por "prova de ingresso", foi finalmente discutida em plenário da Assembleia da República no passado dia 4 de Dezembro de 2008. A carta em causa, entregue pela FENPROF sob a forma de petição, foi discutida no mesmo dia em que a Ministra da Educação se deslocou ao parlamento para prestar esclarecimentos acerca da avaliação de desempenho docente.

Da discussão em torno da referida petição verificou-se que o PSD e CDS-PP não defenderam de forma clara e inequívoca a revogação da dita prova, apesar de ambos deixarem transparecer que a mesma, nos moldes em que está regulamentada, irá criar injustiças e constrangimentos aos candidatos que a ela se tiverem de sujeitar.

O PCP, o PEV, o BE e a deputada independente Luísa Mesquita corroboraram globalmente os argumentos apresentados pelos peticionários, que vão no sentido da revogação da prova de ingresso na carreira docente.

No que diz respeito ao PS, verificou-se uma tentativa de rebater os argumentos apresentados pela revogação da prova. Foi referido que o ME não é uma agência de emprego e que um dos objectivos da implementação desta prova era a melhoria dos cursos de formação de docentes das instituições de ensino superior. O PS disse ainda que o ME, como entidade patronal, tinha o direito de impor os seus próprios critérios na selecção e recrutamento de professores.

Na nossa opinião, e considerando os inúmeros motivos referidos na carta contra a prova de avaliação de conhecimentos e competências, estamos convictos que não chega diminuir o número de candidatos sujeitos à dita prova. Torna-se necessário proceder em definitivo à revogação da mesma.

Considerando que para o PS o "ME não é uma agência de emprego", demonstrou-se claramente que se pretende descaradamente diminuir o número dos que o ME reconhece como professores, ocultando dessa forma o altíssimo desemprego que atinge classe. Numa tentativa de defender a posição do ME, o PS apresenta ainda argumentos descabidos de qualquer sentido, nomeadamente que com a prova se vai melhorar os cursos de formação de docentes das instituições de ensino superior. Ficamos estupefactos quando a bancada socialista relacionou a melhoria dos próprios cursos de formação com a realização da prova. O que pode acontecer é que as instituições de ensino superior passem a formar licenciados altamente especializados na realização de provas de ingresso, deixando para segundo plano o que realmente interessa na formação de professores. A bancada socialista referiu ainda que o ME como entidade patronal tinha o direito de impor os seus próprios critérios na selecção e recrutamento de docentes, esquecendo-se que o próprio ME faz parte de um Governo que regulamenta os cursos de formação de professores

A comissão de professores contratados presente no debate


Mais informações sobre a prova em: www.professoresasfixiados.blogspot.com

Monday, November 24, 2008

Resposta da Teresa Soares às questões de Rui Baptista

Rui, coloco aqui o mail recebido. No entanto, a Teresa refere umas tabelas que acho que se esqueceu de anexar.

Caro Rui Baptista

Desculpe a demora em responder às suas perguntas, mas têm surgido aqui no estrangeiro muitos problemas relativos ao concurso dos profs titulares e andamos além disso a ver se fazemos greve dia 03.12

  1. Depende dos países.Na Suiça os educadores de infância estão englobados na carreira docente, com os professores dos outros níveis de ensino. Na Alemanha e França são carreiras separadas.

  1. De maneira nenhuma. Os vencimentos para os docentes de primeiro ciclo são inferiores aos dos professores de 2° e 3° ciclos.

Na Alemanha existem também diferenças entre os professores da Hauptschule (ramo inferior do 2° ciclo), Realschule (ramo médio) e Gymnasim (ramo superior, que dá acesso à Universidade).

Na Suíça o sistema é semelhante.

Os vencimentos são diferentes. A nível mais inferior está o 1° ciclo, seguindo-se o 2° e 3°. Estas diferenças estão ligadas à habilitação dos docentes, conforme têm estudos superiores ou não.

Vou enviar-lhe junto tabelas salariais de alguns países e espero que o tenha esclarecido um pouco. Esteja à vontade para me contactar sempre que precise.

Cumprimentos

Teresa Soares

Sunday, November 23, 2008

Iniciativa "Professores Asfixiados"


Em referência ao anterior post, "Novidades sobre a Prova de Ingresso", recebemos da Iniciativa "Professores Asfixiados" o seguinte mail:

"Relativamente à informação acima referida (o post em questão), um conjunto de professores contratados pensa que este adiamento pode dever-se a uma das seguintes hipóteses:


a) os prazos estão apertados e o ME decidiu adiar a prova.

b) com a contestação geral em curso o ME sentiu que a dita prova poderá ser mais um motivo para os professores contestaram ainda mais as políticas governativas do governo em ano de eleições, considerando ainda que esta prova irá acarretar mais trabalho para os professores (alguém vai ter de corrigir + de 50 000 provas, provavelmente a custo zero). A implantação da prova, será para eles mais fácil em ano pós eleitoral.

c) já há bastante tempo que o ME previa adiar a prova. Mesmo assim colocaram à mesma a disposição transitória na proposta dos concursos, para depois a retirar e vir dizer para a praça pública dizer que até concederam bastantes benesses na negociação do diploma de concursos.

Pelos mais diversos motivos, já referidos em ocasiões anteriores, consideramos que a prova de ingresso deve ser revogada. Só quem possui uma visão extremamente redutora do processo de ensino e aprendizagem é que pode pensar que com 2 ou 3 provas de 90 minutos se vai seleccionar os melhores professores e melhorar o ensino.

Porque não investir mais na formação dos docentes? Porque não investir mais nos próprios professores? Não se esqueçam que foi este governo que extinguiu os estágios pedagógicos renumerados e retirou as turmas atribuídas aos professores estagiários. Isto porquê? A resposta é óbvia, a politica deste governo gira em torno das artimanhas estatísticas e da poupança a todo o custo de alguns euros. A implementação da prova de ingresso é mais uma delas, visto que não obtiver 14 valores em cada uma das componentes, não poderá concorrer e logo representará menos um professor desempregado. Não duvidámos que por este caminho, e dentro de poucos anos, o ME possa até fazer o milagre de acabar com os professores desempregados!!!!

Mais informações em:

www.professoresasfixiados.blogspot.com

Saturday, November 22, 2008

Novidades prova de ingresso

Jorge Pedreira, secretário de estado adjunto, disse, na reunião de negociação (?) sobre a nova proposta de concurso, que, para este próximo concurso, não será exigida a prova de ingresso. Justificou pelo facto de estarem a ser elaboradas, e não serem terminadas a tempo.

Questionado sobre quem as estaria a elaborar, não foi claro, apenas dizendo que a prova comum estaria a ser elaborada por uma "entidade internacional de conhecido renome", não dizendo qual...Quanto à prova científica, é elaborada pelos politécnicos e pelas U's.

O ME continua a ceder, logo, nós temos de continuar a pressionar até esta prova desaparecer.

Manifestação 5 Novembro - Prova de Ingresso

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